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Por fim, o descanso ...
As recordações são a cama onde me deito
O sopro deste vento que me deste, impulso para o caminho
O frio já não reside nesta pele, que já não luta
Que já não desespera, apenas descansa...
O gemido da lembrança, tirana mãe da consciência
Por fim livre, nos olhos que se cerram
Janelas para a escuridão que sinto em mim
Hoje, descanso,
Hoje, sou mais uma forma, despojada de acção
Porque repousada se encontra
Cruzo as mãos, ásperas de desejo
Sinais de grandeza, que de homem pequeno se trata,
Ainda assim, agarro esta vida, ainda assim espero aprisiona-la
À minha insensatez,
Porque me julgava livre e de pensamento claro,
... Afinal, não passo de despojos de guerra
Batalha que continuo a travar, mesmo sabendo-me derrotado...

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