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A proximidade da escuridão sente-se. Não falo sobre a escuridão física. A noite dos poetas e românticos. Nem sequer da escuridão mistíca. Dessa já muito se escreve e disserta.

Falo da escuridão humana. Do negro decrépito que alimenta a nossa vontade. Sinto essa estranha emoção, quase sempre de forma lenta e gradual. Na forma das coisas. No  facto de não sentir pinga de empatia com o sorriso das pessoas. De estar em dúvida com todas as promessas feitas.

Não me considero louco. O ódio é uma forma de sentir. Como uma paixão que transborda. Inrrequieta e sem compromisso.

Não serei um exemplo para nada. Daí a minha grande vitória. Não tendo que justificar, nada tenho que provar.

Sou de paixões, porque nada prometo! Mas cumpro o que estabeleço como importante.

Sei, com todas as minhas imperfeições, que existem outras pessoas que merecem muito mais viver do que eu. São as que venero e confio. Apenas, são poucas. Poucas.

Todos vivem de máscaras. Todos são artistas de circo. Mas alguns conseguem ser exímios na arte de vomitar falsidades e banalidades. São batráquios venenosos. Outros, ainda se conseguem rir de si próprios! Coisa que, pelo menos assim acho, eu ainda faço. E necessito.

 

Tenho pouco a ver com certas virtudes e comodidades.

Mostro o dedo do meio, de ambas as mãos, já agora, a tudo e a  todos os que se acham donos e senhores da Verdade!

 

 

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