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Quem poderá dar-te paz, diz-me? Alguém te saberá confortar, onde não existem sonhos? Apenas um Nada, uma leve noção do que és...

Lamento desiludir-te. Sinceramente.  Se tudo se agita e colapsa. Pretendo, no entanto, que me culpes. Serei eu quem tu culparás!

Mas devo dizer-te, meu amor, é tarde para reconstruir estas paredes. Que eu, por ti, destroçei. Na minha ânsia de de respostas. Pela verdade.

 

Sinto uma lâmina, que descansa nestes ossos. Revelo-me. Pode ser que assim te possa dar paz. Uma vez mais.

Atrás desta carne,  existe uma figura anémica. Com ossos frágeis, que se partem. E oiço os seus barulhos, todos os dias. Sempre ...

Lamento tudo o que prometi, e não cumpri. Mas é nesta alma que existo. Que caio, para nada.

Mas deixa que te afague o cabelo, apenas isso. E te sussurre, que mesmo que pensemos ser tudo o que existe, meu amor, aprendi, há muito, que as minhas verdades são a minha negação.

 

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