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Pensamentos ao acaso ...

 

Inutilidades, preocupações tão banais como o que irão pensar os outros da minha vida. Tão inúteis como tentar perceber o que me reserva o pensamento alheio. Não me é possivel fechar a minha consciência ao exterior. Não consigo afastar-me do contacto humano. Mas é possivel evitar certos caminhos. Perceber o quanto idiota se torna escutar certas pessoas. Destroçar certos argumentos e conscientemente saber, quão inútil é tentar que percebam que o passado ficou enterrado. Não há volta a dar. Amor para sentir. Nem sequer vontade de recordar que algo de bom existiu, nesse passado. Se é que realmente existiu algo de verdadeiramente bom, interrogo-me ...

 

Tábua rasa, conscientemente ou não, a mania das grandezas deixa certas pessoas em descuido mental. Um pouco como entrar numa sala carregada de objectos, completamente obstruída por artefactos que não são realmente importantes, mas que servem "para nos fazer sentir em casa". A sensação de sufoco é imediata, apenas não é percepcionada por estas pessoas.

Afirmar as nossas qualidades não me parece errado - se não formos nós a faze-lo, quem será?- mas fazê-lo  enquanto censuramos os outros, porque fazem o mesmo, é meramente idiota. Mas parece que é mais fácil criticar os outros, que são sempre piores. Nada do fazem é justificado. Somos nós sempre, quem tem a razão. Um marasmo mental. Não consigo aprender nada de realmente válido, com estas gentes.

 

Educação, pedimos licença para tudo. Pedimos desculpa em tudo. Sacrificamos a nossa estabilidade para agradar. Podem até, escarrar-nos na cara, que preferimos ser educados e encolher os ombros. Pode ser que noutra altura possamos responder.

Temos a educação de deixar passar, quando não nos convém. Queremos agradar. Pena é que educação seja confundida com atropelo. Pena é que para que exista educação, alguém tenha sempre de ceder. Ceder e amargurar.

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