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Não paro de me espantar com incapacidade que a maioria das pessoas sente para encarar as mudanças. O facto de hoje conhecermos certa pessoa e amanhã ser uma perfeita desconhecida. Por alguma razão, pensam que nada deve mudar, tudo deverá permanecer como antes. Ou seja, como querem e desejam ardentemente que seja.

Eu sou um exemplo desta "doença". Normalmente, sou aquele que traí. O que não se pode realmente confiar. Por norma, a primeira acusação recaí sempre sobre a minha incapacidade de dizer maravilhas, quando odeio o que se passa. Uma impossibilidade, diga-se. Não poder agradar apenas para favorecer. Tão só para ser altruísta.

Assim, e após meses ou anos de conversa e convivência, deixam de me reconhecer. Não se aceita uma outra visão. Antes se prefere a estagnação. Em nome de anos de convivência, calar é a melhor opção. Não para mim. Não para mim.

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