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Não vejo a vida a cor-de-rosa. Para muitos, esta minha estranha obssessão com tudo o que é negro ou depressivo tem  um carácter opressivo. Até porque por norma, eu não falo muito sobre isto. As minhas vontades e desejos são conhecidas por uma sóbria minoria.

Mas então torna-se certo que seja rejeitado por mais gente do que queria. Tenho o que mereço, em dose dupla. Ainda assim, pouco me importa.

 

A maior conquista da minha vida, até aos dias de hoje, chama-se dignidade. Comigo mesmo, acima de tudo. É fácil confundir dignidade com desprezo ou culto de personalidade. Mas que sabem os outros  de mim? Que eu não saiba.

Cada abandono, cada traição de quem me diz que nunca me abandonará. Cada palavra ou gesto de quem acha que me arruinará, apenas faz com que me torne mais digno. No ódio.

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2 comentários

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De Lilith Burton a 14.10.2012 às 20:16

O mundo não é cor-de-rosa, mas também não é negro. É normal que todos vejamos a mundo à luz de cores diferentes, cada uma de acordo com a cor da alma de cada um (se existir alguma coisa que se defina por alma).

Eu tento sempre manter a minha dignidade. É algo que desde muito nova foi uma prioridade para mim. Nunca irei deixar que me dispam da minha dignidade. Nunca. E quem o fizer terá um caro preço a pagar.
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De Isabel Afonso a 14.10.2012 às 21:54

Nota de humor negro:
Gostei de ver a palavra cor-de-rosa por aqui.

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