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O que mais me custa é chegar à conclusão que tudo o que tenho feito é tentar sobreviver. Sistemáticamente.

Nada mais se trata do que tentar aguentar mais um dia, andando ás voltas. Encontro inspiração em borrões existênciais, tantas vezes pertencendo a uns poucos. Muito poucos.

Trabalho para respirar e acaba por ser tudo o que sei fazer. Tentar. E se calhar, continuando a movimentar-me poderá dar-me mais uma chance. Quem  sabe? ...

Trata-se de encontrar uma razão para continuar a respirar. E preciso dessa razão de forma desesperada. Sistemáticamente.

Se a vida é um constante aprender, então tudo isto não passa de uma macabra ironia. Porque creio que tudo o que eu possa ter possivelmente aprendido desde que nasci não me serve rigorosamente para nada! Tudo aquilo que antes acreditei  serve apenas para soletrar inutilidade.

 

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1 comentário

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De Autumn a 11.08.2013 às 23:34

eu acho abominável a simples ideia de vivermos a ler as etiquetas que as pessoas têm em si, parece que somos corpos numa morgue e tudo o que é necessário saber está ali no pezinho do indivíduo. as pessoas perdem tanto tempo com este tipo de coisa que me pergunto se o fazem por hábito ou se realmente odeiam a vida que têm ao ponto de terem de esmiuçar tudo e dar nomes às coisas.
e desculpa a minha ausência/atraso, não gosto nada de deixar comentários por responder mas ultimamente as palavras parece que não querem sair.

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