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Por vezes os meus sentimentos em relação a certas pessoas deixam-me confuso e em silêncio desconfortável. Esta é uma verdade que nunca consigo soletrar; tal como os nomes certos para as coisas. É quase como uma alergia a aceitar as coisas como deveriam ser. Como estão definidas.

Mas por vezes, alguém olha para mim e torna cristalina a miséria de vida que vivo. E este é um pensamento que me enche de vontade de abandono e uma saudade mordaz e dolorosa. Há uma ironia latente em tudo isto: esta ardente e humilhante miséria pessoal produz tecido novo, por cima de algo que já morreu. Rejuvenescimento? Longe disso. Direi adaptação.

Certas existências troçam de tudo o que alguma vez pensei ser aceitável. A minha incluída. E custa-me muito confrontar este facto. Tanta gente que não faz a mínima ideia disto. E nada disso é culpa deles. São falhas minhas! Completamente minhas. Porque vejo o que realmente sou. Estou tão longe de mim mesmo ...

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