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Quero que te vejas nos meus olhos. Mesmo que distantes e habituados à escuridão, saberás que ainda sou capaz de te subjugar com a minha luz diurna.

Por vezes, esqueço-me de rir. Por vezes, mais do que as que quero contar, embriago-me apenas por te desejar. Mesmo que não passe de uma pequena chama, urdida por uma fogueira de acampamento à luz das estrelas. Esqueço-me de rir. E como dói esquecer-me desta maneira!

Sei que a felicidade nada tem de realmente garantido. Mas também nada tem de realmente grande. Não se compara à solidão em que gosto de me afogar, arrastando-te comigo. A solitude que dá outro sabor ao amanhecer e a um dia novo. A solidão que transforma em gigantes colossais as tuas palavras sussurradas ao meu ouvido: "amo-te"...

 

 

 

 

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