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Aprender a viver entre outras pessoas, agir de acordo com as normas essênciais da sociedade. Isto é ensinado e impresso na mente desde cedo - muitas vezes dentro do próprio útero materno. Não é díficil simular que estamos de acordo com isto, por vezes basta acenar e sorrir ao que para tantos parece ser uma certeza.

O que me parece punitivo e por vezes quase impossivel é viver como um fantasma para quem nos rodeia. É aqui que tudo se esbate e é por isto que o dia-a-dia se torna uma batalha. Porque se continua a achar que se torna necessária a companhia dos outros? Que a caridade alheia é tão importante como respirar?

Sei, porque muitas vezes me é afirmado e repetido, que não tenho qualquer necessidade de pensar assim, que viver em permanente negação não leva a boas colheitas e que existem muitas mais pessoas que me amam do que as que penso. Mas preciso desta noção estranha de sanidade pessoal: esforçar-me para passar adiante e despercebido. Invísivel e se possivel, sem muita dôr.

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