Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]



 

Onde reside, portanto, essa libertação de que falavas? Onde posso esperar o fim desta floresta de pensamentos? Poderei  ansiar por ti? Como posso eu regressar ao longo do caminho de onde me desviei? Pergunto-te! E nada é como antes. Se lamento? Talvez ...

Onde poisar o meu voo, gárgula de pedra, infame visão, tu não estarás. Onde rastejo, em delírio mortal, longe de tudo, rosna o vento. Ameaça a tua face. Nos meus dedos, a tua virtude. Nos teus olhos, um rosto onde escasseia o branco. E tu, alva, rejeitas o meu abraço.

Posso andar. Caminhar na noite. Sussurrar loucuras no dia solarengo. Tremer ao frio deste verão. Cuspir a minha ira e destroçar o que de mim resta.

Ah! .... estranho fado! Este ....Ser livre. Quero correr e julgar este mundo! Decifrá-lo.

... Antes que de ti se apague a visão.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:







topo | Blogs

Layout - Gaffe