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A velha tem motivos para rir. Tem sempre vontade de rir. A velha é assim. Sempre foi e será. Previsível como os dias que ainda vive.

 

Como aqui o Fleuma sabe e assim aconteceu, bastou estalar os dedos e a velha atende. Gane presente! E espera a migalha. E o Fleuma sabe ainda, fruto de experiências passadas e sempre repetidas até ao nojo, que se exige uma explicação ás posturas difamatórias e escandalizadas da velha tonta. Assim seja ácida anciã. E uma vez mais.

 

Outrora, em tempos de clara e cristalina divagação, deixei que este meu promontório fosse visitado e adicionado pela criatura. Tudo corria claro e em respeito. Havia educação e cortesia. No fundo, coisa civilizada. Ora um belo dia a velha ausentou-se por longo tempo das suas lides escritas. O tempo passou e nada, até que de repente apareceu algo escrito e que chamou à minha atenção e até creio que de outras pessoas.

 

Alguém, que se designava como sendo da prole da tonta, escrevia em desabafo que a querida mãe se encontrava há já um mês doente e de cama no hospital e que ninguém reparava. Mas que estava doente e ninguém parecia importar-se. Então o caro Fleuma decidiu escrever algo de incentivo perante uma situação tão grave. 

 

Agora deveria parar de latir, ir buscar as lunetas e ler com muita atenção, sua pequena tonta. Porque isto não voltará a ser repetido.

 

a) Eu disse-lhe na altura, mas isto parece ter sido esquecido, coisa que não me espanta porque são assim as mentes tacanhas, que o suposto poema não era meu. Era ( e é ...) uma tradução de uma letra pertencente a uma banda que muito admiro mas que, obviamente para si trata-se de algo vindo de Marte. Não é nem nunca foi ou será minha. 

b) Tratou-se de um gesto de respeito e encorajamento. Porque até aquela data sempre houvera cordialidade e respeito entre nós. Você, como saberá com certeza, comentava os meus posts com respeito e eu os seus. Por isso, decidi que seria uma forma de encorajar a sua capacidade e determinação. Se não veja, porque outra razão faria tal?  Entrou? Posso prosseguir ...

c) Os comentários em defesa aos que a hostilizavam, cara avozinha, nunca tiveram outra intenção que não fosse pelo facto de odiar liminarmente tudo o que se assemelha a bullying ! Coisa que no seu caso, me arrependo amargamente. No entanto assim o fiz. E voltarei a fazer em outros blogs que sigo. Afinal, pelo que tenho visto nos últimos dias e perdoará a longa ausência mas eu sou uma criatura muito ocupada, parece que continua a despertar muitos ódios alheios. Garanto-lhe no entanto, nenhum mais pormenorizado que o meu.

d) Quem interpretou mal este gesto não fui eu. Sabe perfeitamente disso, não é nobre beata? Porém e contrariamente a si não me interessa destilar o historial de emails quentes em grande detalhe, comentários ardentes de devoção que tantas vezes me enviou. Porquê, sorridente avozinha? Porque como muito bem sabe, o seu Fleuma pertence a uma casta diferente. Adora uma batalha! Mas que seja em estilo. 

e) Admito que isto deveria ser dito: arrependo-me desse dia e dessas palavras. No entanto, se por um lado mereço uma sólida punição por durante breves momentos ter deixado de ser desconfiado e defensivo, por outro devo reconhecer ter agido de consciência limpa. Mas sei que isso já o sabe, claro que sim!

 

Sinto-me profundamente honrado e imensamente lisonjeado que ainda assim e ao final destes anos todos vossa tontura ainda guarde com tanta dedicação todo este material do Fleuma. Sinceramente! E logo eu, um predador sexual e recalcitrante caçador de senhoras em perigo como eu? Mas sabemos bem, não é? Nós os dois sabemos muito bem, beata. O sorriso da velha não consegue viver sem o Fleuma. Sem estes olhos verdes e esta alma nórdica que você tanto gosta de absorver e imitar. Lembra-se? Sem o Fleuma, nem sequer uma citação de Nietzsche conheceria. Aliás, ainda não conhece. Apenas segue directivas. Como em muitas outras coisas, eu mando e você obedece. Mesmo julgando o contrário. Soube o que eu queria e nem tudo o que lhe afirmei foi verdade. Eis como fácil foi jogar com a sua mentalidade ignorante.

 

A velha tonta, cadeira que um dia sonhou ser trono de ferro, tem sempre vontade de rir. Mesmo vivendo à custa dos outros. Olhos cegos que imaginam parasitismo em outrem, por estes dias ainda não conseguiu entender este meu ódio. Não importa. A ignorância veste-a. E previsível como é vai agir como sempre. Até ao dia que em derrota encerrará o seu caixote para voltar mais tarde, com um novo aspecto mas com o mesmo lixo. 

 

Seja lesta, sua tonta. Mexa esses dedos gordos porque sabe que o caro Fleuma tem pouca paciência e depressa perde o interesse em si. Aproveite para viver mais um pouco. 

 

E como estou bem disposto, pois que melhor se pode desejar senão que tudo corra como planeado, vou escutar estes meus amigos. Quero dizer, nada a ver com a divagação acima. Mas eu sou instável. Cuidado aos mais sensíveis:

 

 

 

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