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O que de pior pode acontecer com um ser humano, homem ou mulher, durante a sua existência mundana e fugaz neste planeta,  resume-se à auto estima. Tem a ver com a falta de amor próprio. Aquilo a que a maioria, rebanhos e seus pastores, chamam, torcendo o nariz, orgulho.

Condenado está à partida quem decide optar por outros caminhos. Quando tudo o que vê, não são brilhos e belas vistas. Quando decide olhar de outra forma a vida. Se após anos de desilusões, perguntas não respondidas e permanentes dúvidas, se remete para si próprio. Assim se torna algo maligno. Para a sociedade.

Todos os dias se tomam resoluções. Vou ser melhor. Vou amar mais. Vou rezar mais. Vou ser mais amigo. Raramente se diz: vou olhar-me ao espelho. Vou ser Eu. Vou afastar quem nada me dá. Quem nada me ensina. Quem só me prejudica.

Os rótulos são a marca destas (poucas) pessoas. São orgulhosas e egoístas. Não amam o próximo. Não são castos nas suas acções. Não se dão a troco de nada. Ou muito pouco.

Admiro os que se revoltam contra isto. Já bem basta o dia-a-dia. A falta de comunicação. Admiro os que, alto ou em sussurro, ou apenas pensando, dizem: Chega! E se voltam para outro lado.

A falta de auto estima reduz-nos à insignificância imbecil. A mera ideia de decidir o que fazer, sem precisar de uma mão caridosa, torna-se um acto épico. Aplicar esta realidade significa o reconhecimento de uma verdade sem contestação possivel. Nascemos sós, morremos sós.

Creio que se continua a depender de outros para vivermos. Não fomos feitos para uma caverna, entre calhaus frios. Mas sei que é possivel assumirmos uma atitude pessoal que nos traga, finalmente a nós próprios. A sermos o que quisermos. Não o que os outros pensam.

Os outros? Quem são eles!?

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