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E por fim, chega a hora

De morder a mão que alimenta, rasga-la

Chega o momento de cravar os dentes

Em quem me alimenta!

 

Apenas a ingratidão, insubmissa e imunda

Foi minha companheira, ultrajado

Porque sou lama, deverei regressar à terra

E porque sou fera, necessito de ser feroz, também.

 

E se me beijas, também escarras,

Nas minhas feridas, vazias de escória,

Saberás que a mão que alimenta e afaga

É a que açoita e apedreja.

 

Se alguém haja, que lamenta as minhas chagas,

A esse amaldiçoarei, sem pena

Possam sentir o que me passa pela vontade,

Os que me querem acollher.

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