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O tempo que medeia entre o olhar-te e o tocar-te

Dura uma eternidade.

Na espessa coberta do meu desejo, já te libertei

Sentir o sangue que vibra, é uma doce tormenta.

 

Ajo em espasmos, uivando por uma carícia tua

Queimando em chagas absurdas

Falhando em tudo o que antecipo

Acabei por apenas te olhar.

 

Que não me toques!

Carrego em mim, o fardo do Nada

Onde posso desvanecer a tua mágoa

Sentindo-me maldito, sem perdão.

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