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Eis que me perdi!

No teu encanto celeste, deixaste que a ti chegasse

Abrindo os braços, por uma simples nota de sorriso,

Senti o mortal sentido da tua pele, no teu rosto procurei dor,

Encontrei prazer, fecundando a minha frustração,

Sentir-me tão sólido, menos fumo, não me é habitual

Conseguiste, mulher!

Tornar-me teu, sem punição, sem dor

E se nos teus braços, frágeis, porcelana,

Senti a força de uma rocha,

Foi nas tuas pernas, suaves como algodão

Que me ergui, pois foram os meu alicerces de prazer.

Esmaguei toda uma muralha de orgulho,

Tudo o que construo para me defender de tantos e tantos,

No teu ventre de mulher.

Nesse mesmo ventre onde antecipo a minha rendição. A minha fúria desvanecida.

Por ti, sou de novo humano. Mortal. Caco de Mim.

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