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É minha condição, nesta árida voz

que me possa olhar, ver-me despido

longe do teu vazio saber, sem me sentires

verdadeiramente sentir, nunca me escutarás

 

Não passo eu, de meras memórias

que ainda assim, me sinto tão imenso

tão em portento, de Nada

desvirtuada que está, a minha mente

agora exposta ao vento

 

Hoje apenas resta a vontade, negra virtude

de nada voltar a ser como outrora, em outras vontades

possa finalmente, ser amado, sem dor, sem peso

possa eu, ansiar por essa pálida ilusão,

por fim, ser amado.

 

 

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