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E para teu consolo, senhora e companhia, quando as mensagens chegam

enquanto permaneces incógnita, preferindo o Email para comigo falar,

de novo te dedico ....

 

" tentas esconder o facto de ti própria, da tua vazia necessidade de atormentar. De quando falhas essa necessidade. Mas se queres abraço-te, turva senhora. Dar-te serena lúxuria, é minha vontade. E não posso. Não posso aceitar o que ofereces. Porque não vivo de medos. Não vivo do ar que respiras. Já te posso ajudar. Pois tu encontraste a tua função. Quando rondas e  rosnas. Quando insultas, escondida. Com as tuas companheiras, tristes aberrações da cruel Mãe natureza. Gostarias de me retalhar? Desejosa de submissão, me pareces. Lamento. Muito. Por ti. Pelas que contigo vociferam. És fraca. Tristemente frágil."

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