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Talvez, afinal assim fosse. Talvez a uma miserável existência, eu pudesse juntar mais alguma "luz". Alguma esperança. Que não apenas a imperiosa necessidade de afastamento. Nunca a quis. Essa vontade de ficar só. Apenas aconteceu. Se calhar poderia afirmar que sou assim. E quanto mais me interrogo. Quanto mais pareço estar próximo, mais perto, de uma resposta, mais longe e díficil se torna.

Alguma "luz" já tenho. Em ti. Que sistemáticamente me provas a tua força. Que apenas me deixas só, porque me conheces. Sabes de mim.

E que fazer desta ânsia? Desta vontade de não me deixar encantar por mais ninguém? Porque as cantigas que outros soletram e tão bem lhes soa, a mim me ferem. Por onde andam, esses outros? Nunca o soube. Ou quis saber. Pois. Torna-se absurdo. Tentar ser iluminado por outros. Quando estão mais cegos do que eu. Talvez hoje eu me tenha convencido, daquilo que já há muito sabia. E me advertia. Não há uma luz nos outros. Resigno-me, portanto. Escutarei apenas a tua música. Com a minha.

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