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De repente tudo se torna claro. Nada de novo. Claro. Apenas mais uma confirmação. Confirmar a necessidade de olhar para outros pontos. Que nos chamam. Tantas vezes. Raramente escutados.

Pôr o pés nos chão. Deixar de olhar para o sol. Voltar a caminhar. Ou a rastejar. Como tantas vezes me dizem. Mesmo que arrastando-me, com o fulgor do lagarto.

Esta necessidade, cruel e madrasta, obriga à espera. Necessita de ser pacientemente cultivada. Afinal, sou dos que se impacienta rápidamente. E do teu poiso, nobre criatura, já te antecipo um sorriso. Pensas que me conheces? Certo. Seja. Talvez até sejas dos que aplaudem ás minhas divagações. Para depois vomitar ás minhas ignomínias!

Mas e esta clareza? Esta confirmação? Que se passa? Constatar que me foi grata a vontade de afirmar de novo. A mim próprio. Apenas a mim. Só a mim. Que reside no nosso interior a força. O comando. Contra os que nada querem. Apenas o nosso calar.

Devo rir? Ou então, troçar? Ainda não decidi. Cão insensato.

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