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Convulsões. Lembras-te? Percorriam-te o corpo. Distorciam-te as ideias. Tornavas-te outra pessoa. E pela corda ao pescoço, sentias o fim.

Eu? Tão longe e tão distante. Apenas escrevi. Nada. Um espelho. Onde te miraste. E te aceitaste. Porque há outros como tu. Sabe-lo. Finalmente!

Não me sinto fonte que sacia a sede. Nem sequer, luz te envio. Pobre cego!Tacteando na  escuridão da minha própria poeira. Nem pelos teus pedidos me  deixei encantar! Apenas o sei. Que o teu oceano é imenso. E devasso. Sei. Da dor de cada golpe que sofreste. E sofres. Da vontade de pôr um fim a tudo. E da determinação, após mais uma chicotada. De voltar a tentar... respirar.

Detesto que me agradeças! Odeio!! Porque nada é pior do que a pena. Nada é mais humilhante do que o vontade de tentar agradar. Aqui já  sabes ao que vens. Nunca te desiludirei. Porque o faria? Se somos a vontade. De resistir.

Por isso, desapego-me do teu obrigado.

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