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Descobri, já o sabendo, que não existe eternidade. Senão, porque se extinguiria a tua voz? Porque se tornaria tão insuportável viver? Já não posso agarrar a esperança. Sabendo que nada dura para sempre. Tudo se torna vazio. Se olhares o amanhã. Coberto de cinza polar. Morrendo a cada instante. Muito depressa. Moribunda luz que se esvai. Para longe das mãos.

Não se abrem os portões dourados, para quem nunca os viu. Não esvoaçam anjos, por estas estepes. No chão, tens a minha mão. Em harmonia com o meu contemplar. Arrepiar caminho. Pois nada resta ao caminhante.

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