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Deixar que festeje uma nova vitória,

Por minhas mãos aniquilo a desdita desilusão,

Não por cânticos ou vivas,

Mas por sórdida guerra, ao destino.

 

Destino que me foi dado, antecipado

Na minha alma encontrei as armas,

O arco e a flecha, o veneno

Para romper a monotonía da existência.

 

Parto em guerra,

Cravando no braço, a marca

O símbolo da minha agonia,

Apenas desfeita por certezas amargas.

 

Contra inóspitas consciências,

Pisando solo e em espera

Jamais arrependido,

Sem que o remorso me espere.

 

Horrível criatura, cresci

Afogado em guerras minhas

Sob maldito signo,

Chego à minha salvação.

 

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