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Hoje, a propósito dos últimos quatro posts deste buraco em que escrevo, chamaram-me extremista. Alguém achou que me poderia aborrecer. Usando a respectiva palavra, de forma orgulhosa, como uma terrível arma de arremeso, pensou desconjuntar a minha forma de ser.

Reconheço. Das "viagens" que faço por alguns blogs, tentando encontrar algo de útil para a minha existência, muita raras são as vezes que esboço um sorriso, sequer. Existem, pequenos nichos de verdadeira arte! Onde me sinto interessado e absorto. A esses volto com assíduidade. Ler é um prazer. Ajuda a passar as horas.

Mas a maioria, não passa do habitual. Politicamente correctos. Nunca discordantes. Recheados de amizades e bom senso. Por isso, noto com  maior frequência, de como começo a destoar. O facto de me chamarem extremista, revela-se assim, um elogio colossal! Sei que sou diferente. Porque o que escrevo é pessoal. Meu. Experiências que destilo e pouco me importa que gostem. Ou não. Assim, o meu "extremismo" não deixa sossegar a quem me lê. "Ateu", "herege", "monstro", "vil", "extremista", "pecador"... são apenas alguns dos elogios que me são atirados, desde que abri este blog.

Não deixa de me espantar. Claro. E, já agora, sentir-me bem. Coisa que bem preciso. Extremista por escrever como escrevo? Por falar do que falo?  Por rebater sistemáticamente, o valor do amor?  Ou porque me estou pouco importando com comentários ou aplausos?

Porque razão, raramente leio  sobre o ódio? A raiva? Será porque é feio? Ou não são emoções humanas? Se calhar eu é que me engano: são emoções de seres inferiores. Extremistas.

Se ser extremista é ser incómodo. É ser anormal. Diferente. Encontrei o meu caminho!

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