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o espírito que se move ... e se compadece com outras luzes

o vulto que se ajoelha ... para que se perca o segundo, assim  ver

o ser que caminha ... por entre paredes de pó insalúbre

o grito, que não ecoa ... mas que magoa, que fere

um brilho que não esmorece ... e no entanto, não se vê

uma morte anunciada ... desmentida por gestos e beleza negra

rasgada a inocência ... perdeu-se a pureza

para poder chorar ... sequer sentir, a fadiga dos meus dias.

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