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És nada! Vazio. Oco. Espaço livre. Vago.

Rasgo-te a  face. A carne. Faço-te vitíma.

Perdeste o juízo. Porque olhei para ti, vi que não te orgulhavas. De nada!

És nada! Mera casca vazia de sensações. Sem paz na mente.

 

Para que tenha sossego, vou arrancar-te as ilusões.

Romper-te a sanidade mais elementar. Provocar-te o ódio mais vil.

Só assim te sentirás vivo. Vibrante de raiva.

E, mesmo assim, não hesitarei em esmagar as tua palavras mais simples.

 

Olha para ti!

Faço-me espinho, espetado nas tuas costas.

Enquanto rastejamos, arranho-te a fraqueza  de ser.

És nada! Apenas eco.

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