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De volta! Está de volta! Afinal, não levou assim tanto tempo - o regresso! Muito requisitado. Aposto.

Mas, que regresso, então? Eu, mero mortal, nas minhas andanças prosáicas, deverei ter tal privilégio? Voltar a testemunhar tamanha gratificação? Mereço, tamanho castigo? Tão inepto que sou! Serpente absurda, que rasteja em nulidade, sou esmagado por tamanha capacidade! A sério!

 

Agora é o banho de riso fácil. Um certo proselitismo religioso, camuflado de desejo febril de belas prendas. Em época festiva de natal! Desejar certas coisas ... sem um mínimo de racionalidade. Divago, portanto. Mas coisas há, que me impedem de filtrar emoções. Lamentávelmente, tenho pouco respeito a certos regressos. Quando são regressos ao mesmo.  Quando voltamos a pensar e falar as mesmas banalidades. Apenas porque não existe um espelho que dê aquela imagem que fará mudar o que somos. Para melhor.

 

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