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Existe uma linha fina e tão dolorosamente ténue entre a força real de carácter e a simples ilusão de força interna. Antes interior porque a física, movida por ossos e tendões é para a maioria um dado adquirido. Esta fina linha que atravessa a potência mental revela-se não por gabarolice barata, mas por atitudes e posições. Não pela ameaça inútil e monótona de quem, por razões mais do que notáveis, se sabe possuir apenas o mais básico para subsistir neste planeta. Quem tem a potência interna calibrada para levantar o queixo todos os dias não necessita de o proferir em destemperadas vénias. É a diferença entre o Alfa e o Ómega. Para os gabarolas baratos a força está no começo de tudo. Na ilusão de que são lideres e exemplificam a força. Mas realmente é no fim que se constata quem a natureza na sua essência mais fascista e insensível, escolheu para sobreviver para além da pilhéria que é fingir fugir à destruição.

 

Alfa e Ómega muito acima da falsa vitimização. Não me iludo, há os que são vitimas reais e estes são os que respeito. Não escolheram ser. Lutam para não o ser. Oposto aos que todos os dias de uma vivência revelada em todo o seu esplendor, demasiado triste e cadavérica para satisfazer o seu dia a dia, gritam e proclamam a sua vitimização. Não reconhecendo que são caça porque escolheram ser. Porque são minuciosos neste clamar de perseguição e arrastar de correntes sempre com um olho estrábico a tentar ver o caminho e ao mesmo tempo morder os outros.

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