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* Ghost Brigade ...*

 

A análise pessoal do que transpira na alma é das privações mais cruelmente metódicas que uma criatura racional pode alguma vez executar sobre si própria. Analisar sincero e só, de si para si. Sem testemunhas que não sejam as batidas silenciosas do coração. Uma lei desconhecida ao comum dos mortais dita quase sempre e em capricho que este analisar feito com a precisão do caos cirúrgico nunca seja o de ventos favoráveis.

 

Eu consigo ver como cintilam certas pessoas na sua noite. Consigo ler nas palavras o individualismo cru que se recusa a aceitar mestres que não seja a escuridão de conclusões sinceras. E como não haveria de o conseguir ler em certas palavras? Se estas se afastam das fibras de uma falsa paz. Se por trás de um desejo de viver e aparente milagre de estar viva eu não vejo uma raridade preciosa que se chama candura.

 

Por vezes, consigo ler as notas de quem tenta percorrer estes subterrâneos internos acendendo palavras como pequenas velas de sorte, para que os caminhos permaneçam iluminados e sem escuridão. Mas as palavras são apenas palavras. As suas possibilidades infinitas. A mim o que certas palavras soam é ao mergulho nocturno das emoções. A conclusões nunca aceites: certeza da impossibilidade de ser feliz com os outros e incapacidade de o ser em solidão.

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