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* Blefaroespasmo ... *

 

 

Fala-me dos rios onde molhou os pés; foram tantos que deixou as memórias afogadas. Apenas tem a necessidade de contar sobre as correntes frias ou amenas. Despertar pelas ondas desfeitas contra as pernas cansadas em frente ao mar; enquanto escuta o gelo a respingar e a rachar.

 

A mente não é pequena. É um abismo imenso. Uma constelação onde se agrupam os livros lidos por uma eternidade desarrumada e suja pelos sorrisos e instantes onde a relva era mais verde, as luzes mais brilhantes. Mesmo as noites eram menos serenas mas mais maravilhosas em pontos brilhantes a descobrir.

 

O mundo parou. Sombras sem pele ou rosto. Quando o passeio era feito de mãos dadas, quentes em afago, contra o frio das tardes. A realidade era transparente, moldada nos rostos conhecidos.

 

O mundo avançou. Peço uma descrição dela. Não do mar ou rios que conheceu.

 

" Foi quando a vi pela primeira vez que realmente entendi a palavra paixão. Antes pensava saber o que era amar."

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