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AVISO : GOSTARIA DE AVISAR OS QUE SÃO PARTICULARMENTE SENSÍVEIS A PALAVRAS OBSCENAS QUE DESDE JÁ, FECHEM A PÁGINA QUE SE SEGUE. SIGAM, POR FAVOR PARA OUTRAS PASTAGENS MAIS VERDES E AMENAS. 

FICOU O AVISO!

 

O que é um filho da puta?

 

Quando estas palavras são atiradas em  minha direção eu sempre - e de forma maquinal - mentalmente, coloco a questão: o que é que importa realmente nestas palavras? Se o filho da puta, que não escolheu ser, porque supostamente, tal condição lhe foi imposta, ou se, após observação atenta, conclui que essa é uma condição assumida, aceite e até vociferada em vanglória por quem atira tais palavras.

 

Porque veja-se isto da visão analítica do suposto filho da puta, nada prova que a sua progenitora o era. Teve pai extremoso e mãe orgulhosa que de rameira nada tinha. Estudou e cultivou-se. Feitio de aço e à prova de choque nunca, jamais e em tempo algum, aceitou dinheiro fácil ou questionável. Claro que tudo poderia ter sido escondido, porém, pelo que me lembro e reconheço em minha progenitora, que por temperamentos idênticos, sempre esfregamos na cara o que somos, ela não mentiria. Nem que fosse para fortalecer o seu imenso orgulho.

 

O que fica então nesta fase filho da puta? O meu apreço pela filha de putice! Se eu, filho da puta consumado, aceito com agrado as palavras enviadas com o mero intuito de sujar ou agredir, é porque , como lendário filho  da puta, me recuso a ser escravo dos outros apenas para ganhar dinheiro fácil. Porque esta é a verdade: Antes ser o filho do que ser a puta. Antes não agir como previsto do que ser a previsão do que irá ser. Porque o filho da suposta não tem de o ser. O filho da suposta puta recusa-se a ser sustentado através de serviços prestados a troco de peso em cima  de si. Enquanto quem o é, porque o ostenta com orgulho, porque usa o o seu miserável saco de carne e ossos para evitar o trabalho árduo e a necessidade de esforço, que tantas vezes deixa os filhos da suposta puta em cima da cama a dormir sem sequer  despir a roupa do dia, foi muito possivelmente uma bastarda inculta por quem a própria mãe não nutria o mínimo carinho e que pensa que a superioridade está em ser e assumir. 

 

O que sempre provoca intriga no insulto atirado  de maneira habitual é a estranha incapacidade de quem o profere e assume ser tentar comparar -se a quem não é. Há algo de bizarro nesta ideia. Uma dormência de alguém que não é apenas em corpo que sente. O pior é ser também em mente porque aqui, neste preciso ponto, juntar a alma e o pensamento, é de uma degradação javarda. Um filho da puta existe em pensamento independente porque se pode ser filho não tem de o ser. Quem o é física e mentalmente, assumindo e inventando desculpas para a sua inutilidade, quando tenta o insulto direto, nunca consegue ser mais do que o que é no preciso momento. Objeto de aproveitamento e descargo. Mesmo que, em desespero por ter sido rejeitada da ninhada, tente varrer a sua condição com pós dourados de fantasias sexuais, não passa disso mesmo. É. Nada mais.

 

Assumo a minha filha de putice. Dirvirto-me na contagem de filhos da puta que de forma regular quem o é me brinda.

 

Já antes afirmei: 

 

A) prefiro ser um filho da puta que não precisa de ser sustentado do que o ser e assumir orgulho nisso.

 

B) prefiro ser filho da puta do que ser vitima de uma micro arruaceira que sistematicamente desaprende a lei do mais forte.

 

C) prefiro ser filho da puta do que desejar a morte de quem amo e achar que é merecido, quando tudo o que se faz é conspurcar o espaço que não é seu!

 

D) prefiro ser um filho da puta, de facto, um real filho da puta, do que tentar arrastar os outros para as intrigas e guerrinhas de merda  e depois tentar passar entre o pingos da chuva, chorando aos sete ventos que nada de mal fez!

 

E) e prefiro que assim seja, filho da puta, do que não reconhecer que é sistematicamente esmagada, que a mentalidade fantasiosa do que é, até nisto se revela, servindo apenas como objeto de gozo e contemplação.

 

E por fim, não foi o filho da puta que comprou esta guerra! O filho da suposta foi arrastado à força para este campo e se a imbecil que assim o fez não consegue domar a besta é apenas e só porque não merece viver. E só consegue suscitar a minha atenção com visitas e tiradas de provocação mesquinha.

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7 comentários

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De Maria a 06.01.2017 às 11:58

:)
A coisa está mesmo, má e feia!
:)
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De Isa a 06.01.2017 às 13:03


Parece que o problema do embrulho é eu comentar-te, ó Fleuma. Depois embarca naquela mesma realidade oblíqua que criou em relação a outro, ambos nascidos sob os mesmos auspícios, sugerindo que eu tento contigo o que acha aquilo, naquele pardieiro de ideias, fiz com o irmão de alma dela, ou seja, arrastar-te lá para as pantominas que inventa, em minha "defesa". Como se eu ou alguém com os 5 bem medidos, precisasse de se "defender" daquilo, que se auto-destrói a cada frase que tenta escrever, ou de "ajuda".
Não é à toa que já escrevi para quem quem me quisesse ler, o quão prostituída entendo aquela alma ser. Também não é à toa que aqui participo com o que entendo serem esclarecimentos quanto às práticas da ameba, e tentarei esclarecer com quem mais me deparar, desde que me pareça justificável.
Caiu-te aqui no blog com insultos, devido a assuntos teus decorrentes com outra ameba. Funciona assim, a triste. Anda net afora à procura de conflito. Quando o encontra na pessoa de alguém bastante acima das suas capacidades, integridade e carácter, que lhe faça frente, tende a carpir os horrores que supostamente lhe foram infligidos enquanto resposta, ao mesmo tempo que lambuza as feridas decorrentes de seus próprios impulsos.


(E depois, está claro, se não te deslumbraste pela sua montra de talho virtual e derivados,pá, és decerto uma pessoa com um problema grave. Muito grave. Tu vai ver disso.:P)
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De Fleuma a 07.01.2017 às 12:06

Creio que o problema é um pouco mais antigo do que em relação aos teus comentários. Começou umas semanas antes e teve a ver com uma pessoa adicionar o meu blog e eu fazer o mesmo. Começou de facto, aí. No entanto, é um facto que os teus comentários parecem suscitar uma agressão desta idiota! Um pouco como faz a gorda.

Em relação ao facto da "defesa", sabes que em 90% não sei do que fala. E depois, divirto-me muito com a forma como a trucidas. Defesa parece ser coisa que ela é que precisa. Até porque me pareceu ter ficado chocada com as minhas respostas ...

Quanto à montra ... reconheço que após a sua última missiva entrei e o que se deduz? Parece uma cena de horror: uma foto de uma coxa aqui, uma mama ali, um corpo acolá. Uma cara desfocada a fazer recordar uma morgue. Reconheço, adoro coisas sinistras, mas isto é apenas patético e exibicionista. Não...

Mas como posso deslumbrar-me eu, ou alguém, quando a inteligência falha?
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De Gaffe a 06.01.2017 às 14:40

Assumo o meu preconceito em relação à prostituição.
Sempre a entendi como uma violação consentida a troco de dinheiro ou de favores. Não a entendo e jamais conseguirei aproximar-me de uma réstia de solidariedade.
Não acredito também nem por um segundo na "redenção" da prostituta. Uma mulher que permite ser violada em troca de uma espécie de "favores", "privilégios" ou dinheiro, perde pedaços de humanidade nesse instante e é capaz de repetir o abjecto num primeiro e breve reencontro com uma mais difícil pedra do caminho.

Assumo que é preconceito meu e provavelmente sou injusta, mas não consigo sequer aproximar-me deste assunto sem sentir um asco imenso.

Os filhos da putice, esses sacanas atraentes, foram sempre os mais interessantes doidos que encontrei.
:)
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De Fleuma a 07.01.2017 às 12:19

Concordo Gaffe e acrescento: no meu caso não aceito o conceito de preconceito porque existe sempre, sempre uma alternativa. Irrita-me é a falsa moral e a capacidade de pensar que serve como justificação para viver. É apenas uma opção e eu nem sequer, como já o sabe, sou um moralista. Mas a prostituição tem apenas duas causas - procura de dinheiro fácil, porque não requer esforço, alimenta a preguiça e acesso fácil ou porque pura e simplesmente se tornou uma fantasia. Apenas isso. Não me interessam os motivos, cada um pensa e age como quer. Agora, não se confundam os filhos da suposta com quem o é.
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De Bruno a 06.01.2017 às 20:22

Força nisso!
Filho da puta? Não é uma expressão que me agrade particularmente, pelo que volto a dizer: força nisso!

Continuo a achar que quem é "corajoso" atrás de um ecrã e de um teclado, que não tem qualquer dessa "coragem" face a face, não merece que consumas o teu tempo com eles (as). Tu és muito mais e és muito melhor que isso, Fleuma querido!
Diz o velho ditado que "os cães ladram e a caravana passa" e esta caravana vale muito mais que o latir de cães selvagens!!

Grande abraço, bem apertado, e muita força nisso!!
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De Fleuma a 07.01.2017 às 12:30

Mas vê o lado positivo. A filha de putice é uma arte e perder tempo com certas coisas é uma forma exímia de exercitar essa arte.

Abraço!

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