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Eu respiro este sentimento, uma reflexão tão real e tão plausível que se torna num processo doloroso de admissão. Não sou perfeito. E tu também não és perfeita. Mas consegues fazer-me rir, por poucas vezes que sejam. E consigo pensar duas vezes, que admitas ser exactamente como eu: humana e capaz de cometer erros. Como eu. Eu não sou poeta ou trovador de boas novas. Longe disso. Penso em todos os momentos e sou incapaz de viver sem esta raiva, mas sabes que rasgarei uma parte de mim para a tua  sobrevivência? Alguém que não pretende que eu mude, conheça as minhas agonias e que não espera mais do que eu posso dar. Sim, é isso. Alguém que sorri quando consigo despertar felicidade e que grita quando a enfureço com tudo o resto que desprezo e incapacidade de permanecer quieto. Mas, estranha emoção, alguém que sente a minha falta quando não estou. Que admite uma saudade faminta. E que me ama de maneira possessiva até há exaustão física. Sabemos que a perfeição não existe. Apenas uma promessa feita que tem de ser mantida.

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