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Uma revelação absolutamente surpreendente, quando eu achava já isso não acontecer na velha ácida, residiu no facto de finalmente o martelo da justiça poética ter caído sobre a sua já incapaz cabeça. Este é um fenómeno cientifico, embora ainda careça de provas mais substanciais. Provas acima de tudo  referentes às causas do sucedido, leia-se. Não aos efeitos ou sequer realidade do que está à vista.

 

Por estes últimos dias de absoluta graça, tão tamanha e prazenteira viagem pelo mundo da patranha feita miséria humana, revelou-se aos meus olhos cansados uma realidade deliciosa. Pois então, a nobre e mui consumada beata falsa, carrega consigo, inexoravelmente agarrado num abraço de morte lenta e dolorosa, um parasita! Um ser consumidor que a rechoncha num último assomo de cretinice deixou  criar amizade, alimentou na sua ânsia de tudo achar que sabe. Aceitou o parasita. Foi bem-vindo e bem tratado.

Devo dizer que a comunidade cientifica em geral ainda vacila perante esta simbiose parasita/hospedeiro quase incestuosa, mas um nome já parece ter sido dado ao verme que se agarrou. Ainda não consigo precisar, mas creio que terá a ver com um suposto químico venenoso de uma cor rosa, desde logo uma tonalidade asquerosa e fazer lembrar o nome  de um qualquer perfume rasca e de terceira categoria. 

 

Ora, desta simbiose resultou ( e tal é visto sem qualquer necessidade de artefactos ) um número ainda escasso, porque se trata de um processo novo e ainda espantoso, de semelhanças que se fundem entre o hospedeiro e o parasita travestido, parasita este, reafirmo, que se aloja na pele e segue feliz para todo o lado onde caminha a tontinha hospedeira e gosta de se retratar em rosa  venenosa.

 

Eis algumas que estes intensos olhos verdes já observaram:

 

1) Quer hospedeiro quer o parasita travestido são retardados. A hospedeira porque deixou que tão execrável travesti a consuma tão deleitadamente e o parasita, que como alguém já me afirmou numa preciosa analise de personalidade, é apenas estúpido e instável. Como aliás convém a este incesto.

 

2) Quer hospedeiro quer travesti são rigorosamente incultos! Se a rechoncha transforma a sua campa numa montra de panfletos sobre livros e ideias que não são as suas, o parasita rosa gosta de sonhar sensualidade imaginária e barata. Porém, e aqui será uma caso alarmante de evolução parasitária, este ainda sonha de maneira semelhante a um ordinário OLX de venda a retalho, confundido com cães ( aqui semelhante porque a hospedeira também delira com lobos, apesar de nunca ter visto um frente a frente), imagens porno sensuais que não são suas e outra tralha retardada de impossível catálogo.

 

 

 

3) Ambos seguem os mesmos caminhos e vontades. Num absurdo coito, consumem-se um ao outro ora intimamente conspirando ora brigando e emitindo queixas e lamentos de traição. O parasita rosa é neste caso ainda mais imbecil porque tenta arrastar a sua estirpe para outros lados. Parece, no entanto, que o seu alcance é patético e mongolóide, característica extremamente presente na sua maneira de viajar por outros locais.

 

4) São uma simbiose orgulhosa que julga saber defender-se. Uma porque julga ser forte de espírito, o travesti pensa com os punhos. Ambas soberanamente cretinas! Um espaço limitado que ofende quem por elas passa e onde habita a gabarolice barata e a mentira ilusória.

 

5) A hospedeira, pobre criatura, consumada ignorante nas artes de lidar com lixo, parece ter cedido uma vez mais e afundou-se. O travesti rosa, recreação fabulosa de retardamento existencial, questionário a tudo o que não deveria respirar e inundar este miserável planeta, não conseguirá persistir vivendo sem o seu alimento. E são, ainda aqui e neste momento, tristemente iguais: uma apaga blogs, a outra posts. 

 

Cara rechoncha até onde caiu! 

 

Deus não existe, pois não? 

 

Ou se calhar sim, existe! E não é que tem sentido de humor!

 

 

 

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