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Tenho a clara consciência das coisas preciosas que vou perdendo. De como obstinadamente as vou procurando e de como, bem no fundo da minha mente, eu sei que nada encontro. Mas persiste a vontade de não deixar que tal me esmague o coração. Alimento a esperança de que posso, eventualmente, descobri-las noutros locais e com outras pessoas. O que para mim, por estas horas, se parece com algo sem vida e superficial pode vir a converter-se em essêncial. Eu sei, claro, que outras pessoas caminham pelas mesmas estradadas, que até imaginam o mesmo que eu. Porém, a diferença talvez seja porque durante a noite, tais caminhos parecem ter sido escavado e talhados para criaturas como eu, enquanto as grandes estradas iluminadas e perfeitamente sinalizadas com os seus pontos de descanso, são  obra para todas as outras pessoas.

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2 comentários

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De Eva a 05.01.2015 às 01:16

pelo o que escreves começo a entender que temos muitas coisas em comum, este texto poderia ter sido escrito por mim.
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De HerÉtic a 08.01.2015 às 21:40

O seu blog é uma inspiração para mim.

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