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Pequenas farpas que vou espetando no caminho,

 

no caminho para a minha libertação, as pessoas continuam a duvidar. Sistematicamente em dúvida. Questionam-me a mim, questionando-se a si. E nunca pensam ser inferiores a mim. Nada que se pareça.

Muitas criaturas também me odeiam e vão odiar. Desperdiçando uma emoção que poderia perfeitamente ser usada para combater a sua inaptidão para sobreviver num mundo onde o mais básico e primário habita: não se trata apenas de quem rosna mais alto. Antes de quem morde e rasga com mais eficácia!

Poucos acreditam no que se apresenta escancarado nas suas ventas. Descrentes, mesmo perante o consumado e os resultados cristalinos e sem qualquer hipótese (remota que seja...) de contestação. Incapazes de antecipar a minha capacidade de adaptação, de sacrifício e satisfação na recusa de apenas ficar a olhar. Enquanto outros fogem.

Algures, escondidos num aterro de frustração, ainda duvidam. Mesmo após anos de incapacidade para prever o que se adivinhava. Incapazes de aceitar que eu apenas sobrevivo. Uma arte que aprendi a dominar.

 

 

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1 comentário

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De Rii* a 20.01.2016 às 15:24

obrigada pelo teu comentário. se não formos sinceros com os nossos sentimentos de que vale a pena viver...

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