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Gostaria de lembrar que não existem realidades palpáveis de felicidade e honesta realização.

Recordo que tapamos com uma capa de ouro viçoso, alegando compreenção e tolerância, um dia-a-dia banal e sintomático. Em pequenas doses letais, envenenamos a nossa miserável vida.

O meu egoísmo representa um sistema de entrega pessoal. Para tantos, sou um elemento que não merece respirar. São incapazes de perceber como subsisto sem a sua ajuda, como pude chegar onde cheguei e porque me atrevo a ansiar pelo que anseio.

Para quem afirma, estóicamente batendo no peito, que o ódio não leva a bons caminhos, eu sou uma prova contrária. Deveríamos oferecer menos flores de paz e deixar mais vezes fluir a raiva. Sei que seríamos bem mais felizes.

 

A mente não funciona por padrões impostos. Eu não sou um boneco a quem se ensina a amar perdoando. Porque não espero o perdão da maioria. Apenas a quem devo um pedido para perdoar.

Uma vez mais, eu nunca funcionei em conjunto. Nada do que tenho se assemelha ao muito que vejo e ao valor que muitos dão ao que possuem.

O que considero valioso guardo-o para mim. O resto, o lixo e a demasia, deixo-o para quem dele se alimenta.

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