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Depois de tudo dito e feito, onde estão os teus amigos? Tanto falas e proclamas sobre os teus amigos e como farias qualquer coisa por eles. E como eles, os teus amigos, tudo fariam por ti. Até à morte! Como gostas de exclamar.

Nunca acreditei e continuo a não acreditar em ti. Ou neles.

Foram-se embora, todos eles. Os teus amigos de peito e a tua companhia. E sabes como tem sido difícil não rir. Como tem sido duro não morrer a rir, dessas tuas amizades. Dessa tua TUA gente!

 

Sempre pensei se era isso que tua pensavas de mim. Se alguma vez fui teu amigo. Ou fiz parte da TUA gente? Não creio. O que creio é que estás cheia de merda e não tens amigos nenhuns. A verdade? Estás com alguém e rodeada de gente. Estás só! É a verdade. Nada mais.

Tanto tempo a fugir de ti mesma. Tantas ilusões e obrigações para com os teus amigos e nunca chegaste a nada. E quando te vês na merda,nem contigo podes contar...


2 comentários

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Fátima Soares 16.08.2013

Falas para mim? Não creio! Mas caso o faças... Estou só. Sempre estive. Não tenho amigos, tenho conhecidos virtuais. Sinto-me bem só. Absolutamente só. Cada vez mais procuro estar só. Num buraco escuro e longe de tudo. Em silêncio. Iludes-te se pensas que me iludi com alguém ou me "ligo" a quem quer que seja. De ti? Queres saber o que te considerava? Vale a pena dizer! Eras sim, a minha gente. Ainda és. Merda ! Tens razão. Um sou feita (composta) de merda . Todos somos. Um saco de vísceras e me detritos. O cartão de visita de fora é puro invólucro . Não acreditas em mim... Porque é que não me surpreende? Pena! Talvez tivesse siso uma das únicas puras que encontraste mesmo no teu caminho, mas desprezaste. Como antes e agora desejo que sejas feliz. Sempre. E já agora permite-me. Espanta-me como por vezes deixas tão subtilmente cair a "máscara" com que te proteges . Continuo a afirmar que és duma sensibilidade sem limites e duma lealdade marcante. O que constitui uma fragilidade para ti, mas nem calculas como eu vejo tudo isso como uma beleza infinita. És um ser humano diferente dos demais. Puro. ´Nem todos o verão mas a tua riqueza interior fascina-me, no sentido belo e admirável sempre o disse. Mas não o interpretes mal. Se alguma vez foste meu amigo? Creio que sim. Que chegamos em certa altura a "falar a mesma língua" e ainda te faço rir. É bom! è bom se me recordas, mesmo que seja para rires. Obrigado por existires. Para finalizar nunca quis cegar a nada. Eu sou um nada em si e gosto de ser como sou. Perdoa-me se me intrometo e se ouso comentar-te. Especialmente se como hábito confundo algo que não é para mim, mas não me ofendes dizendo que sou merda e estou só. É a realidade. Estou só rodeada de gente. Sempre o disse. E não! Não tenho ninguém, nunca tive e nem terei. Nem todos preenchemos requisitos e não ando á procura de nada. No fundo gostaria que isto fosse para mim. Até a raiva. Fica bem e desculpa comentar-te mas deves fazer ideia que te leio embora muito raramente, mas faço-o. São gostos e gosto do que escreves . Do teu âmago e da tua aura. Sempre gostei. E não me disfarço se pensas que o faço. Fi-lo daquela vez por raiva,mas foi idiotice! Tudo de bom AMIGO ( não dessa minha gente, mas duma gente especial foi onde sempre te pus) e onde ficarás, hoje e sempre.
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Fleuma 18.08.2013

Bem, bem! Se não temos de volta a nobre beata! E desta vez, sem falsos desconhecidos e anónimos comentários! Chega como um verniz negro de intomissão e com ela, tudo se repete.
Não, não nobre senhora, não falava de si. E como a beata gostaria, não é? Não, só me lembro de si quando aqui entra e comenta. E apenas, mais uma vez, sinto asco e uma profunda mágoa de alguma vez ter trocado qualquer palavra consigo, beata.
A pessoa a quem me referia, mesmo com os defeitos que tem, encontra-se no sol, em relação a si. Escrevi um desabafo e a senhora verniz, como sempre fez e faz, assume que é para si. Não vou comentar isso, porque sei que a beata não passa sem o Fleuma e por muito que o tente linchar públicamente, conota-lo como alguém que insiste em a perseguir e interferir entre si e as suas amigas, este cometário é mais uma das suas muitas acções que sempre vai provando de que lado está a razão.
Foi a nobre e estimada beata que assumiu ser feita de merda, não foi escrito por mim. Mas isso significa que finalmente se começa a conheçer? Assim o espero.
Mas, mesmo assim, nada escrevo para si. Repito, desprezo-a e gostaria muito mesmo que seguisse a sua vida com algum amor próprio e orgulho.

Não seja insultuosa Verniz beato! Eu nunca fui sua gente! Nunca fui seu amigo e no seu conceito de pureza reside tudo, mas tudo o que acho inútil e caricato!!
As minhas máscaras servem apenas para me afastar de criaturas como a senhora. E não tenho qualquer problema em defender quem estimo. Porque deveria, verniz? São tão poucas e raras as pessoas que admiro.

Alongo-me com inutilidades, cara beata negra. Mas devia uma explicação, uma vez mais.
Não era a si que me referia porque conheço outras gentes que me estimulam, seja por raiva seja por um sorriso. Coisa que a senhora não faz.

Deveria pensar bem o que dirão os seus amigos, depois da sua última missiva de ódio anti-Fleuma ao lerem este comentário: afinal em que é que fica nobre e beato verniz? O fleuma é um monstro perseguidor de damas frágeis ou é apenas um bastardo com o qual a sua personalidade de ovelha nunca conseguir lidar?

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