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Sempre achei que o tão cantado e adorado acto de amar nada mais é do que uma banalidade repetida e pensada até há exaustão. Dizer que se ama alguém tornou-se numa arte extremamemente simples. É possivel segurar no amor das pessoas com ambas as mãos e transforma-lo em meras palavras e gestos já vistos.

Contrasta com a paixão. Em tudo. Até na simplicidade. A simplicidade da paixão é como observar um lobo na floresta. Podemos vê-lo e até pensar que conhecemos os seus gestos, mas na realidade, é preciso saber muito sobre eles para ter uma real noção do que são. Amar não é realmente sentir paixão. Por isso vejo tantas pessoas, quando confrontadas com uma verdadeira paixão, da mesma forma que as vejo perante um lobo: com um olhar estúpido na face!


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