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Creio que a actual situação americana é um reflexo perfeito da mais absoluta e básica tendência de seguidismo que uma vasta maioria de criaturas representa. Retirando exceções, que de um lado e outro existem e ainda bem, todos os outros se juntam em rebanho ou não se  importam de ser arrebanhados. No fundo, bem no centro da questão, a fria constatação que a democracia não existe. Acho a dita democracia uma utopia perigosa, que distorce a realidade e principalmente, um charco de podridão mesclada em palavras e duvidosas intenções.

 

Então, não se tornou governante quem a vasta maioria queria? Veja-se, vasta maioria inclui meios de comunicação e restantes apoiantes. Porque o outro foi eleito sem margem de erro e, pasme-se! , com maioria no senado e para a presidência. De súbito, deus nos acuda, não existe democracia! Ou então existe, mas transfigurou-se e os dados estavam errados. Não é justo! Os democratas não aceitam a democracia mais básica e simples: sobe ao poder quem tem mais votos. Votos da maioria dos americanos! E doce ironia, quando se pensava que bastava apenas o golpe final, que o outro já estava de joelhos e a festa já reclamava as ruas, foi dada a resposta com um soberbo pontapé nas partes baixas. E assim, mandou quem votou. Não quem achou que estava ganho. Lindo!

 

O que ganhou é um boneco. Sinceramente. Machão a três quartos, retrógrado em potência e populista até à medula. Uma criatura que apresenta uma imagem distorcida dos homens que se prezam e que pouca gente se identifica, de facto. É apenas uma fachada, um delírio grotesco de homem. E ainda não foi entendido pelas massas seguidistas de esquerdismo vesgo que este boneco não fará metade do que afirmou em campanha. Quando sentar o rabo gordo na cadeira do poder fará exatamente o que fizeram os seus antecessores. Não comanda. Vai ser comandado.

 

A que perdeu é uma personagem sinistra. Posso afirmar com plena segurança que conheço a realidade americana muito para além dos meios de comunicação ou filmes. Ainda há 2 semanas estive em trabalho nos estados unidos. Viajo para lá com uma frequência maquinal. E basta andar pelas ruas de Chicago para pressentir o que lavra de facto na ideia daquela gente.

 

Esta senhora, obra e graça de um sistema subversivo, é tão corrupta como o que ganhou. Para os choramingas que se manifestam, aproveitando para pilhar e queimar, creio que melhor seria lerem os Emails da WikiLeaks para obterem uma pequena luz do quanto perigosa é. Ou então, e o caso Bernie Sanders? Alguém se lembra? Eu sim!

 

Se não gosto de um boneco absurdo e surreal menos gosto da outra. E sim! É pessoal.

 

Clama-se que se frustrou a possibilidade de ser uma mulher a governar. Cambada de machistas! Misoginia! Deus no céu, como dá vontade de rir. Estamos a falar do apoio de uma certa ala feminista de 3ª geração. Um feminismo cretino e reacionário que odeia os homens em geral. Um bando de incapazes que denota um pesado complexo de inferioridade, principalmente em relação aos homens e que odeia que outras mulheres, estas firmes e independentes, se afaste da sua ideologia sectária. Este feminismo nazi e javardo tem membros que defendem a seleção programada do homens. Colocar estes em campos de procriação e retira-los da sociedade. Obviamente, antes de lhes administrar um tiro nos miolos, deixaria que fossem lentamente devoradas por ratos de esgoto. Seria interessante ver como se debateriam.

 

É este feminismo que fomenta a teoria  de que todos os homens são violadores em potência. Que é incapaz de deixar de odiar outras mulheres e por isso se materializa na sinistra personagem que perdeu as eleições. É esta teoria feminista que afirma que todos, todos os homens brancos são desde logo privilegiados, racistas e homofóbicos. Por eu ser homem e  branco já sou racista e homofóbico. Basta vaguear pelas ruas da América para observar um bizarro fenómeno. As mulheres sofrem do complexo de perseguição. Qualquer homem branco que olhe nos olhos uma mulher, esse idiota está a assediar a dama! Exatamente isto.

 

Nem sequer quero entrar pela crescente aceitação do racismo contra os de pele branca. Pequeno exemplo, Black lives matter. De súbito, é preciso ter cuidado pela cor branca.

 

Para mim são  apenas algumas razões para me rir dos rebanhos que apenas aproveitam as pingas regurgitadas pela imprensa e encaram tal como verdade absoluta. Razões de sobra para troçar da dita democracia. Absurda. Como se pudesse haver qualquer outra razão para que fosse um boneco o eleito.

 

E por último, o circo de vedetas a apoiar a candidata revelou o que eu e outros já sabiam. Zero! Nada! Fora das suas redomas de vidro servem para nada. E usar tamanhas vedetas para convocar armas e votos é sumamente cretino pois a grande maioria dos seus admiradores nem sequer tem idade para votar. Ou achava que a vitória estava no saco.

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Existem mil maneiras de conhecimento. De me conhecer. De tentar finalmente conhecer os outros. Não se colocam entraves a este desejo. Por muito que se ache verdadeira a solidão que se ergue dentro. São muitas as maneiras de conhecimento. Para mim são mil. 

 

Existem mil maneiras de tornar falsa a luz que ilumina os teus dias. Um só golpe na tua face revela a concentração que nunca se despertou antes por gestos de confiança e ofertas de paz. E creio que a tua verdade até pode ser mais justa. Mas posso ensinar-te os efeitos da escuridão que habita naqueles que aceitam as mil maneiras de responder com um não. Fuma mais um cigarro. Bebe mais um teste de confiança. É esse o truque. É essa a oferta. 

 

É mais, muito mais do que podem os olhos ver. Sem idades douradas ou falsas esperanças. Não existem em mim maiores certezas do as que se arrastam para além dos anos que vivi e provavelmente não viverei. Estranhamente, não sinto receio desse fim. Parece apenas um ligeiro cerrar de olhos. E sejamos sinceros nestas mil maneiras de conhecer: nascemos sós e fielmente sós morremos. Para que servem realmente os companheiros de viagem?

 

Comentário no post Ámen, senhor!

Afinal, quando falas de rameira, e és tão adorado pelos teus comentadores? explica-lhes porque me odeias? Até eu estou curiosa.Claro que tudo o que eu possa ser, saber ou ter aprendido para ti é merda, que é o mesmo que tu és para mim, mas de repente ... Afinal, quando falas de rameira, e és tão adorado pelos teus comentadores? explica-lhes porque me odeias? Até eu estou curiosa.Claro que tudo o que eu possa ser, saber ou ter aprendido para ti é merda, que é o mesmo que tu és para mim, mas de repente deu-te uma travadinha e começaste com posts a falar de mim? Não tinhas ninguém melhor, assim, alguém que te achasse humano! Morre pá!

Pink Poison (IP: 178.166.35.159) a 7 de Novembro 2016, 13:10      

 

Então! Então?  Mas além de ignorante, intrometida é também sonsa?  A sério??

 

Eu até pensei não voltar responder a qualquer comentário vindo de tamanha nódoa. Porém, farei uma excepção. Até porque já existem outras pessoas que parecem confusas com a situação e porque respeito essas pessoas, vou esclarecer. Mais para elas do que para si. Já que sabe,  tapar-se com o véu de inocente é ainda mais irritante aos meus olhos! Nem sequer se compara ao seu hospedeiro de outrora. É grotesco.

 

Não preciso de lhe recordar que eu estava fora do contexto e da sua vida merdosa. Não a conhecia e nem imaginava que tamanha figura existia. Coisas minhas, sabe? Sou muito pouco dado a idiotices e quermesse como as que gosta de participar e até incentiva a tal. No entanto, a partir do momento em que fui adicionado por uma pessoa e passei também a seguir com muito interesse o que escrevia, coisa que lhe recomendo vivamente pois existe muito que lhe pode ensinar, tudo se alterou.

 

Estranhamente e para espanto meu, passei a ser alvo de comentários e mensagens trocistas, insultuosos e muita, mesmo muita intriga de faca na liga. Coisa que sei que domina de maneira pobre e deficiente. Poderia colocar aqui todos os comentários feitos que correspondem a si e a uma outra rechoncha, por quem nutro um ódio particularmente doce. Consigo ainda não, mas caminha para lá. Isto antes, repito antes!, de eu escrever uma palavra que fosse. Nem sequer preciso de recordar o quanto me ri da tática Facebook Fleuma Soares ( não disponho de Facebook cara parasita, sou demasiado cioso da minha privacidade para que seja conspurcada por coisas como você).

 

A si, porque a considero dispensável e inútil, ignorei. Preferi outra inútil com quem tenho contas a ajustar. Mas não desistiu e parabéns!, conseguiu despertar a minha atenção! O que desde logo torna estranho o seu comentário. Estou apenas a responder-lhe educada mas realisticamente. Nada mais. Quando se insiste em atear o fogo, deve haver uma fuga planeada. Senão, é apanhada. Simples. Entendido?

 

Engana-se triste figura, eu não sou adorado por ninguém nesta plataforma. Respeitado por alguns, sim. Adorado? Não sou como você. tenho a noção do que sou. No entanto, folgo em ver que me segue com atenção. Que teremos aqui? Admiração ou resignação a algo que a ultrapassa? Repare que repete a mesma ideia mais que uma vez. Patologia interessante ... se calhar merece ser estudada.

 

A rameira nasce das suas palavras imbecis e acima de tudo, da sua estranha fantasia pela prostituição. Nada que me interesse. Apenas me diverte quando, por incúria simplória, a criatura que habita no seu corpo falava em auto mutilação e a necessidade de ser ajudado. Repare, isto vomitado por si! Logo por uma parasita existencial. E nem sei por que insiste nisto já que aparentemente se orgulha e insiste em o ser.

 

Não existe por si qualquer "travadinha". Foi você que começou a falar de mim. Primeiro. E já reparei que quando não lhe dou atenção, insiste e comenta para me relembrar. Raparei também, que tal como o seu hospedeiro, provoca um mau estar e um ódio gratuito em relação a si. E isto é geral. Portanto, não é apenas aqui o "coisinho"! Ignorante.

 

Eu pessoalmente não penso na sua destruição, simplória! Porque não tenho por hábito destruir os meus brinquedos. No entanto tenho a paciência escassa. Em breve me cansarei e deixará de ter importância. E uma vez mais, merda é onde vive. O que pensa e o que acha ser a sua existência!

 

Quer mesmo falar sobre ser ou não humano? De certeza que quer entrar por esses caminhos? E já agora, quer mesmo a minha visão pessoal sobre quem é que já deveria estar morta?

 

Espero ter sido claro.

 

 

 

 

 

 

A iluminação pessoal é tantas vezes o resultado do esforço e vontade de progredir mais um pouco. Bastas vezes, é nas palavras e ideias dos outros que essa inspiração surge. Por fugaz que seja. E eu bem sei que há criaturas que pensam no que escrevo. E se calhar, atrevo-me a supor que isso até lhes permite fugir do mundano e opaco que é a sua existência.

 

Mas nada me deixa mais admirado, quase na senda daqueles gurus de comportamento, do que a constatação que as minhas ideias transcritas em palavras se tornam objeto de pensamento reflexivo para uma rameira. Por um lado sinto o dever cumprido e que a sua mente baça por anos de abandono se arraste e tente o pensamento racional. Mesmo que passe pelo copiar de definições que, tragicamente, nada se aproximam do que penso. Mas pelo menos, rejubilo! Tentou algo mais do que pensar onde receber o próximo depósito monetário. 

 

Por um outro longo caminho vai a tímida tentativa desta fazer pseudo-ciência. Algo que se transforma numa comédia grotesca de imenso mau gosto. Sem dúvida, um cientista é também uma rameira bem ao seu modo. Afinal, para que a ciência funcione são muitas as ideias, teses e noções que deve deixar entrar na sua mente. Coisa que nem sempre é bem paga, mas que o obriga a ser amplamente liberal para com todos os pormenores. 

 

A rameira não é uma cientista. Longe disso. Se efetivamente dispõe de algo, esse algo não é ciência. É mais a habilidade aprendida pelos anos de submissão e abuso a si e aos outros. Ler o que outros mais cultos e superiores escrevem é um hábito saudável. Até porque permite esforçar um pouco mais a mente. Alem do parcimonioso agora tu por cima depois eu. Paga e sai. Mas qualquer outra ilusão de grandeza deixa a rameira num vácuo extenso e doloroso. Porque não lhe é permitido caminhar até ao paraíso da ciência. Pequenos passos levam-na até ao próximo cliente. Nada mais. 

 

E porque não deixar o pensamento genuíno e produtivo para as almas grandes e dotadas para tal? Que se cale a racionalidade perante a mais velha e preguiçosa profissão e se assumam os devidos lugares. Para quê lutar contra o imbatível e imutável: a rameira não idealiza ou cria. Serve, obedece e padece de atrofia para além deste facto.

 

 

 Tem sido uma pergunta frequente vinda de algumas pessoas. Tenho amigos? Ou então, o que é para mim um amigo?

 

Pessoalmente, posso afirmar com segurança que aqueles que considero como amigos, digo, verdadeiros amigos podem perfeitamente formar os dedos de um punho cerrado. Poucos. Escassos e genuinamente leais e verdadeiros. Existe uma miríade de razões para este número ser curto e mesmo assim vastamente superior ao que uma criatura como eu poderia esperar.

 

Somos diferentes em relação a este elemento dito amigo. Não me interessa ressalvar que cada um acha o que quer sobre o que é e como deve ser um amigo. Sendo pessoal e subjetivo, cada um encara a amizade como entende. Sejam os mais gregários sejam os mais solitários. É diferente e pouco interessa, mas parece ser notório o incómodo e a necessidade do porquê. 

 

Essencialmente o amigo para o ser não quebra em absoluto uma promessa! Se prometeu, cumpre. Mesmo que para isso tenha de me magoar com a verdade. Conhece-me e por isso sabe. É esta capacidade que ampara e guia quando os caminhos se tornam escarpas e estar só não ajuda. Sacrificam muito do que é seu por mim. Acreditam e lutam comigo.

 

Este amigo desperta o meu mais profundo egoísmo. Uma vontade extrema de o proteger e também estar presente nos seus piores e melhores momentos. Sou egoísta a este extremo. Não olhar para mais nada a não ser na sua direção. E se tiver de passar por cima de outros assim o farei. Já o fiz várias vezes. Os outros odeiam-me. Mas o que interessam?

 

Reside nesta raridade todo o propósito do que é ter amigos e ser amigo. Para mim, especialmente, é muito difícil porque sou um cínico descrente por natureza. Mas este privilégio é meu. Porque se me foi oferecido espelha os meus sacrifícios para com esta raridade preciosa.

 

 

Admito, desde logo, que não sou de riso fácil. O humor descabido que logo desperta gargalhadas de chorar a rir não é apanágio meu. Lamento. Por vezes é um defeito não conseguir rir do que supostamente é bem humorado e merece as ditas pançadas de riso. Outras vezes é uma qualidade não rir do óbvio, mas antes do simplório parolo.

 

Veja-se, as poucas coisas que me fazem esboçar um riso e assim esforçar os teóricos 14 músculos que o acompanham, são assim muito raras e quando tal sucede, valorizo e guardo com amor fraterno. E uma das coisas, direi situação, que me rasga o riso de orelha a orelha, mora em certas palavras ditas por criaturas de má índole e pouca inteligência. Porque representam um oco bater no peito de triunfo perante uma falsa adversidade.

 

Nada me desperta mais humor do que ouvir uma criatura afirmar solenemente que não irá ao funeral de outra. Assim. Como se o universo inteiro que sempre se borrifou para a sua simples existência, quisesse anotar tamanha solenidade. Estas palavras atiradas em direção a outra pessoa revestem-se de tamanha imbecilidade que só consigo deixar de sorrir quando me consigo mentalizar da verdade absoluta. Sim! Existem absurdos assim.

 

Afiançar não ir ao funeral de outro com o objetivo crasso de que irá fazer diferença é cretino. Tem o valor simbólico de uma bolha de sabão a simular uma bala. Valor zero! Não passa de uma frustração pedante e pior, mentalidade de queixinhas caprichosa. Porque só uma soberana idiota, na sua mais possante ignorância, pensa que fará diferença. Não. Não fará.

 

Está morta. Morreu. Acharão estas criaturas de nulo valor que importará a quem se finou a presença ou não? Quem ficar ainda vivo e continuar a desejar não ir ao funeral do que se foi, que se remeta ao que sempre foi. Estúpida incapaz. Não fará com certeza, qualquer efeito no que já morreu. Não insultará qualquer memória porque já não existe. Nem sequer ofenderá porque já não existe para ser ofendida. Quem ficar que desligue a luz e saia.

 

E depois, anote-se: talvez o destinatário destas imbecis e surreais palavras assim o queira também! Pois então, se esta espécie de asno consegue proferir palavras tão ocas e tão divertidas, mesmo pensando que tem toda a razão, será muito melhor que se tente auscultar  a opinião do suposto alvo desta burrice. Possivelmente, eu ficaria eternamente grato  a esta nobre criatura que para ter causado tamanho espirro de parolice só poderia com certeza conhecer muito bem esta impávida incapaz. 

 

Porque existem pessoas com sentidos apurados e desde cedo descortinam virais deficiências morais. Tantas vezes a tonta pensa que nesse descortinar existe ciúme. Claro que não. Há sim uma visão clara do traste tratante que lhe aparece. Do malefício que irá causar aos outros. Por tal afasta-a como empecilho que é.  Estas criaturas de apurado senso de previsão deverão ser ouvidas e acarinhadas. Sempre. Mesmo que no fim se revele não terem razão. Nada é demais para pisar certos vermes.

 

Afirmar não ir ao funeral de outro tem tanto de orgulhoso e maquiavélico como um cão vadio a ouvir as palavras   do padre da freguesia. É ser pacóvio em alta escala. Simplório sem salvação. 

 

Não existe melhor e mais apurado método de ajuizar uma criatura do que nas palavras é simplesmente estúpida. Ser simplesmente estúpida encerra em si uma limitação intransponível a qualquer método. Não é sequer ser inútil, que aqui ainda se pressupõe que algo passível de ser feito pode ainda acalentar esperança. No fundo, existe a franca possibilidade de reverter o processo e que a inutilidade possa ser preenchida com utilidade. A criatura meramente estúpida, que nem sequer é apenas estúpida, é apenas e só estúpida. Poderá ter nascido como todos os outros, cognitiva e com amplas possibilidades de expansão racional, mas por um processo absurdo de negação, simplicidade existencial e falta de ambição que não a de uma vida de desvelo, escolheu a estupidez arrogante.

 

A criatura que na sua mais prosaica e simples estupidez acalenta ideais de comparação com quem se lhe revela francamente superior a qualquer nível, seja mental seja físico, nem sequer carece de pena. Porque é simples a sua estupidez. Não necessita de qualquer esforço pessoal para justificar como é estúpida. Os seus atos, pensamentos, alimentam o que é. Estúpida.

 

Este é o estado mais regressivo da mentalidade dita humana. Uma escolha pessoal. A simplicidade estúpida é a causadora das ignorâncias imbecis. Dos tormentos causados ao alheio e conspurcar da capacidade de privacidade que deveria ser obrigatória. Aqui florescem os poucos pensamentos realmente impossíveis de tolerar e se formos expressamente racionais, observamos que são sempre os primeiros a sucumbir às crises e tormentas.

 

É absolutamente frio reconhecer uma criatura que respira o mesmo ar como simplesmente estúpida. Mas isso apenas acontece pelo testemunho in loco de evidências. Da simplicidade idiota do método, a grotesca mixórdia de absurdos que fomentam as suas teses estupidamente irracionais até ao mero facto de todo e qualquer esforço de respingar nódoas da simples estúpida, tudo serve para reconhecer e justificar este método infalível de ajuizar.

 

Simplesmente estúpida é pois o que de mais baixo a casta humana dispõe. Absurda devoção ao normal e uma absoluta permeabilidade  ao irrisório mascarado de porca sofisticação.

 

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