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Maligna condição, a minha

Que apenas anseia o teu ódio,

Não o teu querer, a tua comiseração,

Que apenas ergue os olhos, quando me fazes beijar o céu.

 

Que condição, a minha

Breves momentos de prazer, paralizado pelos teus gemidos

Em sinistros fados me quedo,

Esperando pelas palavras ditas, como rosas, sob o meu peito

Arquejo, fraquejo...

 

Nos corredores da mente, a minha condição

Agravada por vontades, por brancos e negros,

Nihilismos sangrentos, outrora reflexos em paz,

Agora vorazes mestres de mim. Por ti.

 

Arquétipo sublime, natureza senhora

Sensação dormente,

Torpor imenso, raro e senhor

 

Num corpo de luz, afago fomes, dores

Em lábios rosa celeste, um beijo que cura

Num sorriso, toda uma vida de procura, de cegueira

Num gesto, antes simples, agora vital

... Para seguir caminho ....

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