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... Deixei cair a ilusão de que somos todos parecidos e merecemos todos as mesma condição. Há muito tempo que tal ficou arrumado ao canto. Não sou igual a ninguém. Ninguém é igual a mim. Não o pretendo e não é pretendido. O que sou, observo sistematicamente, não se define nas palavras da maioria que me rodeia. Cheguei à conclusão que apenas uma pessoa, de um já restrito número, sabe quem sou. Por muito complexa que seja a minha condição, possuí a faculdade de a desnivelar e desfiar. Como?  Já muitas vezes questionei. Responde com um sorriso arcano de quem sabe, mas não consegue explicar.

 

 







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