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Na verdade, eu sempre fui atraído pelo inqualificável. A minha dificuldade nunca foi a de aceitar a beleza exterior. Nunca foi realmente importante quantificar nada. O que sempre procurei é muito mais profundo, ao ponto de se converter em algo absoluto. O melhor exemplo que posso dar reside no meu fascínio ( talvez como umas poucas criaturas) secreto por chuvas fortes e tempestades. Por falhas de electricidade que lançam a escuridão e terramotos. É a minha paixão pelo indefinido e muitas vezes indecifrável. O que se descobre após uma longa noite de álcool. Ou meramente pelo fumo de um cigarro. Se calhar é o que se chama  magnetismo.


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