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Eu.

 

Sombra.

 

O reflexo da saudade apareceu. Saudades de ti. Sem as viagens e os dias corridos. Lamento a palavra que ainda não te escrevi - porque não sou como tu: alquimista profana. Secular na tua própria sombra. Laical na atmosfera recolhida.

 

A tua nostalgia força-me o descanso. Vou interrompendo a meada dos pensamentos porque me deixo dormitar nesses traços de punho delgado. Uma outra libertação, não necessitada de dias ou discursos. 

 

Afinal, tão simples. Tão saborosamente cósmico. Tão dissonante por estes dias.

 

Talvez em breve te diga adeus. Finalmente, adeus. Serás a única.

 

Talvez as minhas mãos consigam acompanhar-te em arte - ainda que minhas não sejam as artes de tecer universos.

 

Como as tuas.

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