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"Im Labyrinth der Dunkelheit ..."

 

É estranha, a sensação que parece alimentar o retiro da cumplicidade. Como nos olhos muitas vezes se reconhece a ténue linha que separa a emoção da descoberta de semelhanças. Apetece romper essa frágil linha com um longo sorriso e uma discreta vénia. Talvez essa cumplicidade seja revelada naquele estalar de dedos de alguém de outros tempos, quando  dentro de si se acendiam a luzes do entendimento. Sim. Creio que algo tão colossal como a descoberta da existência de cúmplices pode esconder-se naquele sonoro estalar de dedos. 

Perfeitamente.

A cumplicidade é a química das químicas. O ingrediente que define portentos. O toque final que justifica o abraço, o beijo infernal e aquele meio sorriso que irremediavelmente me fascina os sentidos.

Onde o pensamento descansa as cumplicidades não são apenas as suas. São a companhia para caminhos onde gosta de se perder e saber não estar só. É afinal, a hábil mentora daqueles traços que tornam embriagadas apenas aquelas, muito raras criaturas, que mesmo em águas profundas não se esquecem da graciosidade de quem bebe para esquecer continuando a dançar virtuoso.

 

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